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Espaço dedicado à doçaria tradicional e decoração de bolos. Seja bem-vindo!









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Doçaria Conventual ou Pecado da Gula?

A Casa do Pão-de-ló tem estado a aprimorar os seus conhecimentos no âmbito da doçaria conventual, através da frequência do curso de doçaria conventual e pudins, ministrado no CFPSA. Para adoçar o gosto a todos aqueles que por cá passam aqui ficam alguns registos do trabalho realizado.








Brigadeiro de chocolate com cobertura especial

Esta versão de brigadeiro de chocolate é uma explosão para os verdadeiros amantes de bolos de chocolate. A base e o recheio são exactamente os mesmos do brigadeiro que aqui já vos tinha apresentado. A grande diferença está na cobertura composta por largas raspas de chocolate, polvilhadas por chocolate em pó.

Sem mais palavras deixo-vos com este verdadeiro apelo à gula, húmido q.b. e de um sabor intenso a chocolate...




Bolo de Noz

A Casa do Pão-de-ló recomenda um bolo pouco próprio para esta altura do ano. Trata-se de uma provocação carregada de calorias mas um verdadeiro conforto para o estômago... Um simples bolo de nozes com cobertura e recheio de doce de ovos. Uma tentação.



Brigadeiro de chocolate

O bolo brigadeiro de chocolate é um clássico em todas as festas. O mesmo não faltou na comunhão da Ana Sofia. Existem mil e uma versões de bases para bolos de chocolate e eu já fiz algumas delas mas esta é, sem dúvida, a minha versão favorita pois o bolo não leva muita gordura nem chocolate em exagero, o que o deixa muito saboroso e nada enjoativo (se for comido com peso e medida, claro!). Naturalmente que a cobertura e recheio de chocolate e leite condensado vem acentuar o sabor do bolo. Delicioso, simplesmente.




Tarte de maçã

Confesso que já tinha saudades de cá vir apresentar as minhas novidades. Esta ausência não foi significado de pouca produção, pelo contrário, o mês de Junho foi muito produtivo. Coincidiu com alguns aniversários e uma comunhão, o que me deu muito trabalho. Porém, estive com um problema informático que me impediu de comunicar nas últimas semanas.

Problemas resolvidos é hora de vos deixar com as últimas novidades. Começo por uma simples tarde de maçã da qual muito me orgulho. Passo a explicar: todos os folhados produzidos até então tinham origem em massas folhadas de compra. Naturalmente que esta situação nunca me satisfez até que procurei a solução e após a frequência e conclusão do "curso de massas de forrar e açucaradas" do CFPSA-Porto, eis que vos apresento a primeira tarte feita com massa folhada da minha autoria. Fazer a massa folhada pelas próprias mãos é um esforço que vale a pena. Dá para mil e uma aplicações e o resultado final é totalmente diferente. Modéstia à parte ficou muito bem.




Cheesecake de morango

Ainda na senda das sobremesas frescas, a Casa do Pão-de-ló apresenta o conhecido cheesecake de morango. Esta é a versão fria, pois é feita com natas, queijo-creme, leite pasteurizado e leite-condensado que solidificam no frigorífico. Existem ainda as versões de forno e de lume que normalmente levam ovos. A calda de morangos aqui utilizada foi feita em casa com morangos naturais, açúcar e pau de canela.



Pudim francês

A Primavera está em grande. Nos últimos dias o sol está cada vez mais radiante e o calor faz-se sentir. Por consequência a Casa do Pão-de-ló recomenda sobremesas frescas, ou seja, todas aquelas que ficam óptimas sempre que vão ao frigorífico e só apetecem quando a temperatura marca mais de 25º C. A sugestão é o tradicional pudim francês feito com ovos caseiros, açúcar, leite, farinha maizena, sumo de laranja e vinho do porto. Este pudim faz parte do leque restrito de doces que me foram transmitidos pela minha mãe, porém a receita original não era dela mas sim da minha madrinha que o fazia como ninguém. Após o seu falecimento a especialista do pudim passou a ser a minha mãe. Aprendi a fazê-lo naturalmente porque desde muito pequena observava a forma como ela o batia e fazia o caramelo, um aspecto muito importante do pudim. 
Vejam como é bonito!


Bolo de fécula

Este bolo é perfeito! Fofo, macio, simples e com um paladar fantástico de massa de fécula de batata, coco e leite-creme caseiro. Faz parte do leque restrito de doces feitos pela minha mãe que no seu todo devem ser cerca de meia-dúzia. Ela nunca foi de arriscar muito em novas experiências e só faz aquelas que lhe dão sempre garantias de sucesso.
Naturalmente que este bolo ganhou fama e sempre que organizávamos ou participávamos numa festa/encontro o mesmo nunca faltava. Quando a iniciativa não era nossa havia sempre alguém que nos pedia que levássemos "aquele bolo macio de fécula" e depois de tanta divulgação não conheço ninguém que não tenha adorado este bolo. Aliás, sei que faz parte da lista de bolos preferidos de muita gente.
Desde pequenina que acompanhava a minha mãe na sua elaboração, por isso nunca tive dificuldades em fazê-lo, apesar de reconhecer que seja um pouco trabalhoso.
Faço-o frequentemente para ocasiões distintas como aniversários, comunhões, comemorações, encontros etc. Fica bem em qualquer uma delas. 
Arrisco-me a classificá-lo como o "nosso" bolo de charme!



Nota: tradicionalmente este bolo apresenta-se de forma rectangular. 

A bela molotof

Pela primeira vez fiz molotof. Tinha alguma curiosidade mas diziam-me que as primeiras experiências por vezes corriam mal, o que me deixou receosa durante muito tempo. Dado o número exagerado de claras que sobraram do passado fim-de-semana, decidi experimentar e o resultado não podia ser melhor, ficou bem bonita e saborosa. 


Bati 20 claras em castelo, às quais juntei 20 colheres de sopa de açúcar. Voltei a bater tudo muito bem, coloquei o preparado em forma caramelizada e levei ao forno de lenha, em banho-maria, durante cerca de 1:30h. Julgo que resultou bem por ter sido cozida lentamente e, já no final, abri a porta do forno até arrefecer.